Análise das quebras de simetria na elipse da geometria do táxi

Autores

DOI:

https://doi.org/10.57077/monumenta.v14i14.371

Palavras-chave:

Geometria, Geometria do Táxi, Geometria Euclidiana, Elipse, Isometria

Resumo

Este artigo analisa o comportamento da elipse na Geometria do Táxi (ou Geometria de Manhattan), uma Geometria Não Euclidiana na qual a métrica em um espaço  é definida pela soma dos valores absolutos das diferenças entre coordenadas. Como consequência direta dessa alteração na função distância, as cônicas como circunferência, elipse, parábola e hipérbole deixam de ser curvas e passam a ser representadas por segmentos de retas. Este trabalho tem como objetivo apresentar a construção da elipse como um octógono e investigar o efeito das transformações de reflexão e rotação sobre a figura. Prova-se que tais operações, isométricas na Geometria Euclidiana, não preservam distâncias na métrica do táxi, deformando a estrutura geométrica da cônica. A partir da aplicação das matrizes dessas transformações, demonstra-se que ângulos oblíquos mantêm a figura octogonal, enquanto aplicações ortogonais mudam a figura para um hexágono. Por fim, apresenta-se a dedução que comprova a redução da figura de oito para seis lados.

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Biografia do Autor

Lara de Andrade Evangelista, UNESPAR

Graduanda em Licenciatura em Matemática na UNESPAR - Campus de Paranavaí. Bolsista pela Fundação Araucária.

Jéssica Buzatto Prudencio, UNESPAR

Doutora em Matemática. Professora Adjunta na UNESPAR - Campus de Paranavaí.

Valter Soares de Camargo, UNESPAR

Doutor em Matemática Aplicada. Professor associado na UNESPAR - Campus de Paranavaí.

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Publicado

2026-09-20

Como Citar

Evangelista, L. de A., Prudencio, J. B., & Camargo, V. S. de. (2026). Análise das quebras de simetria na elipse da geometria do táxi. Monumenta - Revista Científica Multidisciplinar, 14(14), 371. https://doi.org/10.57077/monumenta.v14i14.371

Edição

Seção

Artigos